domingo, março 27
quinta-feira, março 24
Nem tão leve
Eu bato o portão sem fazer alarde
Eu levo a carteira de identidade
Uma saideira, muita saudade
E a leve impressão de que já vou tarde
(Mais Chico - Trocando em Miúdos)
Eu levo a carteira de identidade
Uma saideira, muita saudade
E a leve impressão de que já vou tarde
(Mais Chico - Trocando em Miúdos)
quarta-feira, março 23
Trechos
Nenhuma lágrima derramei por você
(Chico- Lágrima)
Pensou que eu não vinha mais, pensou(?) *
Fechou o tempo, o salão fechou(?)*
Mas eu entro mesmo assim
(Chico - De volta ao samba)
*Idéia do parentêses copiada do teimosa aqui
E assustada eu disse não(...)
(...) Se instalou feito um poceiro dentro do meu coração
(Chico - Teresinha)
E antes que eu dissesse não
(idem, porém merece estar destacada)
Quem não a conhece, não pode mais ver pra crer
Quem jamais a esquece, não pode reconhecer
(Chico - Quem te viu, quem te vê)
Você só dança com ele e diz que é sem compromisso
(Chico - Sem compromisso)
Pois se jura, se esconjura
Se ama e se tortura
Se tritura, se atura e se cura
A dor
Na orgia
Da luz do dia
(Chico - Basta um Dia)
Arrasa o meu projeto de vida
(Chico- A Rosa)
Com outros homens, ela só me diz
Que sempre se exibiu
E até fingiu sentir prazer
Mas nunca soube, antes de mim
Que o amor vai longe assim
(Chico-Aquela Mulher)
Te perdôo
Por fazeres mil perguntas
Que em vidas que andam juntas
Ninguém faz
Te perdôo
Por pedires perdão
Por me amares demais(...)
(...) Te perdôo por te trair
(Chico-Mil perdões)
Agora era fatal que o faz de conta terminasse assim
(Chico - João e Maria)
(Chico- Lágrima)
Pensou que eu não vinha mais, pensou(?) *
Fechou o tempo, o salão fechou(?)*
Mas eu entro mesmo assim
(Chico - De volta ao samba)
*Idéia do parentêses copiada do teimosa aqui
E assustada eu disse não(...)
(...) Se instalou feito um poceiro dentro do meu coração
(Chico - Teresinha)
E antes que eu dissesse não
(idem, porém merece estar destacada)
Quem não a conhece, não pode mais ver pra crer
Quem jamais a esquece, não pode reconhecer
(Chico - Quem te viu, quem te vê)
Você só dança com ele e diz que é sem compromisso
(Chico - Sem compromisso)
Pois se jura, se esconjura
Se ama e se tortura
Se tritura, se atura e se cura
A dor
Na orgia
Da luz do dia
(Chico - Basta um Dia)
Arrasa o meu projeto de vida
(Chico- A Rosa)
Com outros homens, ela só me diz
Que sempre se exibiu
E até fingiu sentir prazer
Mas nunca soube, antes de mim
Que o amor vai longe assim
(Chico-Aquela Mulher)
Te perdôo
Por fazeres mil perguntas
Que em vidas que andam juntas
Ninguém faz
Te perdôo
Por pedires perdão
Por me amares demais(...)
(...) Te perdôo por te trair
(Chico-Mil perdões)
Agora era fatal que o faz de conta terminasse assim
(Chico - João e Maria)
domingo, março 20
Baby, We can change the world
Precisamos almejar um papel mais importante nesse filme sem diretor legítimo. Não quero ganhar o Oscar de ator coadjuvante, muito menos quero ganhar o Oscar, falo disso mais tarde. Precisamos ser protagonistas, meu caro amigo. E isso depende apenas da gente. É preciso escolher uma das infinitas possibilidades da vida. Por que não escolher a via do bem?
Quanto ao Oscar, já passei dessa fase, sabia? O que me estimula não é mais o prêmio, e sim poder usufruir das vantagens de viver num filme bonito. Um filme bonito pra caralho. Essa vai ser a minha recompensa, essa vai ser a nossa recompensa.
Não vamos esperar o grande momento pra mudar não, não há o grande momento. Há grandes momentos! Vamos mudar a partir de agora, nas pequenas coisas, nas pequenas atitudes, nos abraços, nos sorrisos e até nas lágrimas. A gente muda o mundo com as nossas lágrimas, eu acredito nisso!
Há por toda a parte demosntrações de sentimentos incríveis. Músicas, filmes, conversas. Por que não são eles que ficam?
Sabe qual é a minha hipótese? Eles não ficam porque estamos sempre revidando as porradas que tomamos, que por sua vez, são revides também. Ninguém mais sabe quem começou tudo isso, não há mais um executor. Há apenas porradas sendo rebatidas. Precisamos parar de rebatê-las. Não, não seremos manés por isso. Precisamos ser mais espertos, meu caro. Acho que você já assimilou isso bem.
Precisamos tomar todo o cuidado, mas todo o cuidado mesmo para não embrutecermos. Não podemos perder a ternura nunca. Essa é a mudança. Não revidaremos, não há uma guerra, acho eu. Não acredito mais nessa guerra, acho que estão todos revidando o tempo todo, lutando contra inimigos invisíveis. Não adianta eliminá-los, seria uma auto-destruição, entende? Precisamos mudar o dia a dia e acho que isso você já faz bem, precisamos de mais pessoas que pensem e ajam assim. Confesso que ainda tenho um longo caminho a percorrer, o revide, por vezes, é automático.
Vamos usar nossa razão, racionalidade segundo os fins. Os fins não justificam os meios, os meios influenciam os fins, não dá pra dissociá-los. A utilização dos meios são justificadas pelos fins almejados. Queremos ternura, ajamos com ternura. É simples, racional. Por vezes não a receberemos de imediato, é um trabalho a longo-prazo que os seus e meus filhos e netos devem continuar.
Um abraço, se cuide, aja duas vezes antes de pensar, como sugeriu o Chico. E que não embruteçamos nunca!
Quanto ao Oscar, já passei dessa fase, sabia? O que me estimula não é mais o prêmio, e sim poder usufruir das vantagens de viver num filme bonito. Um filme bonito pra caralho. Essa vai ser a minha recompensa, essa vai ser a nossa recompensa.
Não vamos esperar o grande momento pra mudar não, não há o grande momento. Há grandes momentos! Vamos mudar a partir de agora, nas pequenas coisas, nas pequenas atitudes, nos abraços, nos sorrisos e até nas lágrimas. A gente muda o mundo com as nossas lágrimas, eu acredito nisso!
Há por toda a parte demosntrações de sentimentos incríveis. Músicas, filmes, conversas. Por que não são eles que ficam?
Sabe qual é a minha hipótese? Eles não ficam porque estamos sempre revidando as porradas que tomamos, que por sua vez, são revides também. Ninguém mais sabe quem começou tudo isso, não há mais um executor. Há apenas porradas sendo rebatidas. Precisamos parar de rebatê-las. Não, não seremos manés por isso. Precisamos ser mais espertos, meu caro. Acho que você já assimilou isso bem.
Precisamos tomar todo o cuidado, mas todo o cuidado mesmo para não embrutecermos. Não podemos perder a ternura nunca. Essa é a mudança. Não revidaremos, não há uma guerra, acho eu. Não acredito mais nessa guerra, acho que estão todos revidando o tempo todo, lutando contra inimigos invisíveis. Não adianta eliminá-los, seria uma auto-destruição, entende? Precisamos mudar o dia a dia e acho que isso você já faz bem, precisamos de mais pessoas que pensem e ajam assim. Confesso que ainda tenho um longo caminho a percorrer, o revide, por vezes, é automático.
Vamos usar nossa razão, racionalidade segundo os fins. Os fins não justificam os meios, os meios influenciam os fins, não dá pra dissociá-los. A utilização dos meios são justificadas pelos fins almejados. Queremos ternura, ajamos com ternura. É simples, racional. Por vezes não a receberemos de imediato, é um trabalho a longo-prazo que os seus e meus filhos e netos devem continuar.
Um abraço, se cuide, aja duas vezes antes de pensar, como sugeriu o Chico. E que não embruteçamos nunca!
quinta-feira, março 17
O Quatrilho
São quatro dias
e
quatro noites
de quatro
no quarto quadrado.
Chorando pela quarta vez
por conta da quarta mulher
que há quatro dias
o deixara de quatro.
Lembrou, porém, que na quarta passada
ele que a deixara de quatro
no quarto quadrado
e que
ela, na quarta vez,
desejou ficar de quatro
por mais quatro dias e quatro noites
Ele, um cara quadrado,
logo esqueceu
do que acontecera quarta no quarto
e voltou a ficar de quatro por mais quatro dias e quatro noites.
e
quatro noites
de quatro
no quarto quadrado.
Chorando pela quarta vez
por conta da quarta mulher
que há quatro dias
o deixara de quatro.
Lembrou, porém, que na quarta passada
ele que a deixara de quatro
no quarto quadrado
e que
ela, na quarta vez,
desejou ficar de quatro
por mais quatro dias e quatro noites
Ele, um cara quadrado,
logo esqueceu
do que acontecera quarta no quarto
e voltou a ficar de quatro por mais quatro dias e quatro noites.
sexta-feira, março 11
Para (Na)Ty
Para bens,
Para males,
Por favor,
Não te abales,
Não me peça,
nem me impeça
de dizer-te
o mínimo
possível, cabível, publicável.
Para bens,
Para males,
Parabéns!
Para males,
Por favor,
Não te abales,
Não me peça,
nem me impeça
de dizer-te
o mínimo
possível, cabível, publicável.
Para bens,
Para males,
Parabéns!
quarta-feira, março 9
Lógica Nebulosa
Ela desliga, eu ligo.
Ela acende e eu apago.
Ela mente, eu trago.
Ela leva e eu pago.
Ela acredita, eu não.
Ela duvida, eu sim.
Pede passagem, pois não.
Pede que eu pare,
enfim.
Eu levanto, ela deita.
Ela reclama, eu rio.
Fico elétrico, esqueça.
Ela quente, eu frio.
Eu acordo, ela dorme.
Ela sonha, eu também.
Sonhos diferem
conforme
o portanto e o porém
Ela conclusiva, eu adversativo
Ela esquecitiva, eu lembrativo.
Ela desce, eu afundo.
Mas no fundo,
eu vivo.
Ela acende e eu apago.
Ela mente, eu trago.
Ela leva e eu pago.
Ela acredita, eu não.
Ela duvida, eu sim.
Pede passagem, pois não.
Pede que eu pare,
enfim.
Eu levanto, ela deita.
Ela reclama, eu rio.
Fico elétrico, esqueça.
Ela quente, eu frio.
Eu acordo, ela dorme.
Ela sonha, eu também.
Sonhos diferem
conforme
o portanto e o porém
Ela conclusiva, eu adversativo
Ela esquecitiva, eu lembrativo.
Ela desce, eu afundo.
Mas no fundo,
eu vivo.
quinta-feira, março 3
Ode às nucas
She´s not a girl who misses much
Tantos discos dos Beatles pra ouvir,
tantos e tantos sentimentos pra sentir,
tanta besteira pra fazer,
tanta Magnífica pra beber.
E ele pensava no nunca,
no nunca mais da nuca.
Bela nuca, aliás,
que, entretanto, ficou pra trás.
Que garoto tolo,
Não sabe que nucas são iguais
e acaba por admirá-las demais
I need a fix cause I´m going down
Dê passagem à nuca escondida pelos cachos negros,
bem delineada pela pele escura,
pois depois de descobrí-la,
perderá essa fissura.
Fissura já fissurada,
esgotada, atrasada,
desmantelada.
Dê passagem aos olhos verdes,
à pele macia com sabor de chocolate dissolvido na boca,
ao olhar vesgo,
à voz roca.
When I hold you in my arms
and I feel my finger on your trigger
I know nobody can do me no harm
E, assim, perceberá
que as nucas são iguais
algumas menos, outras mais.
O que mudará será a forma que as verá.
Because happiness is a warm, yes it is, guuuuunnn!
Tantos discos dos Beatles pra ouvir,
tantos e tantos sentimentos pra sentir,
tanta besteira pra fazer,
tanta Magnífica pra beber.
E ele pensava no nunca,
no nunca mais da nuca.
Bela nuca, aliás,
que, entretanto, ficou pra trás.
Que garoto tolo,
Não sabe que nucas são iguais
e acaba por admirá-las demais
I need a fix cause I´m going down
Dê passagem à nuca escondida pelos cachos negros,
bem delineada pela pele escura,
pois depois de descobrí-la,
perderá essa fissura.
Fissura já fissurada,
esgotada, atrasada,
desmantelada.
Dê passagem aos olhos verdes,
à pele macia com sabor de chocolate dissolvido na boca,
ao olhar vesgo,
à voz roca.
When I hold you in my arms
and I feel my finger on your trigger
I know nobody can do me no harm
E, assim, perceberá
que as nucas são iguais
algumas menos, outras mais.
O que mudará será a forma que as verá.
Because happiness is a warm, yes it is, guuuuunnn!
segunda-feira, fevereiro 28
O mundo é vasto e eu ainda não conheço tudo do Gonzaguinha
Há um lado carente dizendo que sim
E essa vida da gente gritando que não
(Gonzaguinha - Grito de Alerta)
E essa vida da gente gritando que não
(Gonzaguinha - Grito de Alerta)
sábado, fevereiro 26
Ok, Let it Be
Eu sei, meu caro, essa música é sua. Apenas a quero emprestada. Uma das mais belas dos Beatles.
Your day breaks, your mind aches
You find that all the words of kindness linger on
When she no longer needs you
She wakes up, she makes up
She takes her time and doesn’t feel she has to hurry
She no longer needs you
And in her eyes you see nothing
No sign of love behind the tears
Cried for no one
A love that should have lasted years!
You want her, you need her
And yet you don’t believe her when she said her love is dead
You think she needs you
And in her eyes you see nothing
No sign of love behind the tears
Cried for no one
A love that should have lasted years!
You stay home, she goes out
She says that long ago she knew someone but now he’s gone
She doesn’t need him
Your day breaks, your mind aches
There will be time when all the things she said will fil your head
You won’t forget her
And in her eyes you see nothing
No sign of love behind the tears
Cried for no one
A love that should have lasted years!
(For No One)
Your day breaks, your mind aches
You find that all the words of kindness linger on
When she no longer needs you
She wakes up, she makes up
She takes her time and doesn’t feel she has to hurry
She no longer needs you
And in her eyes you see nothing
No sign of love behind the tears
Cried for no one
A love that should have lasted years!
You want her, you need her
And yet you don’t believe her when she said her love is dead
You think she needs you
And in her eyes you see nothing
No sign of love behind the tears
Cried for no one
A love that should have lasted years!
You stay home, she goes out
She says that long ago she knew someone but now he’s gone
She doesn’t need him
Your day breaks, your mind aches
There will be time when all the things she said will fil your head
You won’t forget her
And in her eyes you see nothing
No sign of love behind the tears
Cried for no one
A love that should have lasted years!
(For No One)
sexta-feira, fevereiro 25
This is called stay
Three o'clock in the morning
It's quiet and there's no one around
Just the bang and the clatter
As an angel runs to ground
Just the bang and the clatter
As an angel hits the ground
Stay and the night would be enough
It's quiet and there's no one around
Just the bang and the clatter
As an angel runs to ground
Just the bang and the clatter
As an angel hits the ground
Stay and the night would be enough
quinta-feira, fevereiro 24
Who´s Next?
Você também vive sua vida morna?
Tome cuidado,
pois qualquer dia entorna.
Quer que eu seja igual a você?
E os sentimentos?
Cadê?
Quer removê-los feito móveis?
Eu respeito,
mas, hoje, os meus são imóveis.
Não sorria por obrigação,
pois rir de tudo é desespero,
não?
Nem fique triste por favor ( não há vírgula antes do "por"),
porque isso é desesperador
e nem seria um favor.
Encontre-se da maneira que for,
é o que importa,
lhe aviso quando passar a dor.
Fico assim sem você,
lembra?
Pra quê?
Todos falam do tempo,
e eu não entendo,
acho que o relógio também está de mau comigo.
Sabe qual é o meu pior castigo?
Querer sem poder
ser seu amigo.
Lembra da música?
O que ela dizia
e repetia?
Ainda há fotos,
ainda há o seu perfume,
ainda há você na minha cama,
ainda sinto seu cheiro dentro de um livro,
ainda sinto você nas paredes do meu estômago,
na minha boca,
na minha voz roca,
no meu andar torto,
em filmes.
Nada ficou no lugar, menina,
da próxima vez,
você me ensina.
Tome cuidado,
pois qualquer dia entorna.
Quer que eu seja igual a você?
E os sentimentos?
Cadê?
Quer removê-los feito móveis?
Eu respeito,
mas, hoje, os meus são imóveis.
Não sorria por obrigação,
pois rir de tudo é desespero,
não?
Nem fique triste por favor ( não há vírgula antes do "por"),
porque isso é desesperador
e nem seria um favor.
Encontre-se da maneira que for,
é o que importa,
lhe aviso quando passar a dor.
Fico assim sem você,
lembra?
Pra quê?
Todos falam do tempo,
e eu não entendo,
acho que o relógio também está de mau comigo.
Sabe qual é o meu pior castigo?
Querer sem poder
ser seu amigo.
Lembra da música?
O que ela dizia
e repetia?
Ainda há fotos,
ainda há o seu perfume,
ainda há você na minha cama,
ainda sinto seu cheiro dentro de um livro,
ainda sinto você nas paredes do meu estômago,
na minha boca,
na minha voz roca,
no meu andar torto,
em filmes.
Nada ficou no lugar, menina,
da próxima vez,
você me ensina.
quarta-feira, fevereiro 23
Umas e Outras
Se a outra não tem paraíso
não dá muita importância, não
pois já forjou o seu sorriso
e fez do mesmo profissão
O acaso faz com que essas duas
que a sorte sempre separou
se cruzem pela mesma rua
olhando-se com a mesma dor
não dá muita importância, não
pois já forjou o seu sorriso
e fez do mesmo profissão
O acaso faz com que essas duas
que a sorte sempre separou
se cruzem pela mesma rua
olhando-se com a mesma dor
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